Letícia- Henrique, sua mãe achou a escova?
Henrique - Não. Você viu a vó?
L. - Pra perguntar onde está a escova?
H. - É!
L. - Não. Mas depois eu te ajudo a achar.
H. - A vó?
L. - Não, a escova.
:S
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Quase oitenta anos
O coração de uma mulher é uma caixinha de segredos e surpresas. Segredos que nunca serão revelados e surpresas que nunca serãao descobertas. É assim o coração de uma mulher.
E mesmo depois de toda essa história de amor, sua caixinha permaneceu fechada por quase oitenta anos.
Dedicado a todas as Roses desse mundo e a todos os Jakes que conheceram uma Rose
RE- Pressão
Não, não, não! Não, eu não agüento mais ouvir ‘não’. Nunca, de jeito nenhum, aff, também valem. Enfim, são tantos ‘nãos’ na nossa cabeça que é até difícil esquecermos essas repressões e fazermos o que temos vontade, fazer a nossa opinião acontecer.
Algumas vezes, até achamos que eles, os dizedores de ‘não’ estão certos e então nós escondemos, fazemos o que eles tem vontade, fazemos a opinião deles acontecer. Quanto a nós? Estamos errados.
Não... última vez que repito essa palavra. Eu digo NÃO as pessoas que dizem NÃO. Pode ser que sirva para educar ou algo parecido, mas fora isso, não é necessário ficar dizendo tal palavra. Vai saber se esse ‘não’ que foi dito acabe com o sonho que mudaria o mundo? ou com o sonho que mudaria a vida de uma única pessoa? se você soubesse disso, diria esse mesmo ‘não’?
Foi cansada de ouvir ‘nãos’ impulsivos que comecei a pensar sobre os ‘nãos’ que eu digo e nos possíveis sonhos estragados. Então, lembrando de um filme em que se faziam algo parecido eu decido que a partir de agora vou substituir as palavras negativas por positivas.
Depois conto a vocês o resultado e peço a quem ler esse texto participar também na campanha do SIM.
Sim?
Press the buton!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Estrelas
Ela era uma menina que apesar de ter 18 anos, era inocente. Meiguíssima, curiosa e aventureira nunca tinha saído de casa e agora vivia seu maior sonho: poder ver, do lado de fora as ‘estrelas’ do céu. No caminho, tocou a grama e a terra pela primeira vez, viu os animais e as plantas, as pedras e os rios. Viu gente. Quando a noite chegou, um pouco antes de realizar seu maior sonho, veio o medo:
- E agora? eu passei toda a minha vida correndo atrás do meu sonho e agora que estou tão perto de realizá-lo... ( ela fez uma pausa) o que vou fazer depois? o que virá agora?
- Bem, primeiro curta esse sonho que se realiza. Quanto ao depois, do jeito que você é, não vai demorar muito para arranjar outro sonho e lutar até realizá-lo.
Ela sorriu, agradecendo talvez. Ele continuou:
- Agora olhe, a primeiro ‘ estrela’ apareceu.




